#18

Cliché LOVE.

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Tatiana and Alex

Contribuído por Tatiana Albino.

Blogue Segredos aos Pedaços.

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#17

Suspiro.

“Suspiro… entre segundos que passam sem fim vou recordando cada mensagem, cada frase, cada prova de que mais vale a pena esquecer-te e desistir. Desistir de ti e do mundo, partir para um lugar onde nada disto exista, onde viver seja sinónimo de alegria e não deste sentimento que apenas mistura culpa, tristeza, rancor e tudo mais. É que houve uma altura em que me disseram que o amor não era isto. Era sentir-se livre, era sorrir sem motivo aparente simplesmente porque os nossos pensamentos voavam para uma certa pessoa que teimava em morar na nossa mente. E o mais importante de tudo, é que era uma coisa boa.. não excluo a hipótese de continuar a ser mas não para mim. Entre suspiro só reflicto, penso no que mais me faz falta e no que realmente preciso: a prova nua e crua de que o amor ainda existe neste mundo. Que já não são meia dúzias de frases feitas que estão na moda usar, que ficam bonitas de dizer. Quero a prova de que nada mudou e ainda é realmente possível ser-se feliz com alguém. Porque o amor é simples, as pessoas é que o complicam. É tão simples como os pólos opostos se atraírem e como 1+1 ser igual a 2. Basta duas pessoas se sentirem atraídas uma pela outra (esta talvez seja a parte mais difícil e entende-se) que depois o sentimento só cresce. São aparentemente momentos inesquecíveis. Sinceramente não sei. Sinceramente não tenho a certeza se quero saber. A única coisa que alguma vez pedi á vida foi reciprocidade. Algo em troca por tudo o que já tentei por pessoas que sempre foram especiais para mim. Mas algo que aprendi é que nós é que tornamos as pessoas especiais e o resto não importa. Hoje em dia valorizaria mais uma amizade que 1000 relações e vou continuar a pensar assim. Porque sei que amor existe para todos, simplesmente agora não quer nada de mim (: “

Contribuído por André Ferreira, através de email.

#16

Por entre dias que correm e passam a uma velocidade estrondosa, fico na dúvida se estes sentimentos que me entorpecem a alma serão naturalmente verdadeiros ou apenas uma mera ilusão cheia de fantasia. No entanto, eu não sei nem tão pouco entendo. Mas, se for para gostar de ti que seja agora. Se for para ficar contigo que seja por muito tempo. E se for para ser feliz, que seja contigo. Tu não sabes nem desconfias, que eu possa sentir-me tão bem do teu lado, que eu possa gostar tanto de estar contigo, que eu me perca por vezes num pensamento em direcção a ti, ou até que eu queira cada vez mais permanecer na tentativa de ficar do teu lado e criar algo de importante entre nós. Eu sei que não sou perfeita, não passo por lá perto, e com certeza haveria por este mundo inteiro, alguém que te saberia fazer muito mais feliz do que aquilo que eu conseguirei. Mas sabes bem que é a mim que tu desejas, é comigo que tu sonhas, é para mim que tu corres sempre que precisas de alguém que esteja incondicionalmente do teu lado, é a mim que recorres de toda a vez que sentes necessidade de um abraço, é a minha falta que tu sentes, é de mim que tu não te esqueces e é de mim que tu gostas sempre mais.
Portanto, deixa-te de apartes insignificantes que não interessam a ninguém, e admite duma vez por todas, que tu tanto de mim precisas como me queres.  Mas como fazes sempre permaneces nesse silêncio imóvel que eu tanto detesto, e não falas, não contas, nem admites que é comigo que queres ficar. Mal sabes tu, que somos duas almas perdidas em busca da mesma felicidade.

Contribuído por Tânia Alexandra Teixeira, através de email.

#15

“Pergunto-me como seria o teu mundo se eu te fugisse. Se batesse o pé e te dissesse que não chega. E que chega! Estou cansada de não te ter, sempre que te tenho. Não é suficiente. Não és suficiente, porque não queres ser. É isso que não percebo e não aceito.”

Contribuído por Tatiana Albino.

Blogue Segredos aos Pedaços.

#14

Bilhete à saída.

“Dormias sereno quando saí, não te queria acordar. Passou-me tudo pela cabeça, ficar, discutir, amuar… tudo. Mas não, neste momento tenho pouca disponibilidade mental para esses jogos. Gostava de esquecer o que me contaste, gostava de amordaçar as palavras e esquecer-me delas – para sempre. Detesto admiti-lo, mas não consigo. E agora quero levantar-me da tua cadeira e sair sem te olhar uma última vez, sem sequer te dar um último e extinto beijo. E vou fazê-lo.
Quando leres as minhas frases desconexas, já o fiz. Esta é uma carta escrita com o pulso acelerado, o coração aos saltos, desconexa mas verdadeira.
Conquistaste-me de um só fôlego, arrebataste o meu coração como se verdadeiramente o quisesses… E agora? que vais fazer com ele? Sim eu sei, eu também arrebatei o teu. Mas deixei-o à vista, negligenciei o meu papel e desviei o olhar. E mais alguém o viu e o puxou. Eu sei, eu sei, não o roubou, mas levou um pedacinho que me faz falta. Sem o qual eu não posso dormir no teu peito, sem o qual eu não posso puxar a tua mão e apertá-la na minha. Por agora vou, com vontade de ficar, com vontade de voltar. (Mas sobretudo com vontade de te ver correr para me apanhares.)

Agora vou levantar-me, pegar na mochila e sair silenciosamente pela tua porta, como quem não volta…”

Contribuído por Tatiana Albino.

Blogue Segredos aos Pedaços.

#13

Gosto de ti.

E pronto. Não sou louca por ti, o meu mundo não pára se não puder estar contigo. Gosto de ti com a força de quem não consegue evitar sorrir sempre que sorris também. Mas não vou ameaçar atirar-me de uma ponte se desapareceres da minha vida. Vou ficar triste, sim. Mas sobreviverei.
Agora percebe o meu medo: eu não quero evitar gostar mais de ti. Mas se me deixar mergulhar, vou começar a ficar triste com as pequeninas coisas em que não és perfeito. E eu preciso do meu espaço, distância de segurança. Muros, chamas-lhe. Que sejam. Gosto que tentes derrubá-los e também gosto de me sentir segura.
Gosto de ti, assim, simples e em bruto. Gosto. E pronto. Porque me fazes rir, porque me mimas, porque te posso mimar e gosto de o fazer.
Gosto de ti porque sim. E não me venhas dizer que “porque sim” não é resposta!

Contribuído por Tatiana Albino.

Blogue Segredos aos Pedaços.

#12

Esta coisa de gostar de alguém…

«Esta coisa de gostar de alguém não é para todos e, por vezes – em mais casos do que se possa imaginar – existem pessoas que pura e simplesmente não conseguem gostar de ninguém. Esperem lá, não é que não queiram – querem! – mas quando gostam – e podem gostar muito – há sempre qualquer coisa que os impede. Ou porque a estrada está cortada para obras de pavimentação. Ou porque sofremos de diabetes e não podemos abusar dos açucares. Ou porque sim e não falamos mais nisto. Há muita gente que não pode comer crustáceos, verdade? E porquê? Não faço ideia, mas o médico diz que não podemos porque nascemos assim e nós, resignados, ao aproximar-se o empregado de mesa com meio quilo de gambas que faz favor, vamos dizendo: “Nem pensar, leve isso daqui que me irrita a pele”.

Ora, por vezes, o simples facto de gostarmos de alguém pode provocar-nos uma alergia semelhante. E nós, sabendo-o, mandamos para trás quando estávamos mortinhos por ir em frente. Não vamos.. E muitas das vezes, sabendo deste nosso problema, escolhemos para nós aquilo que sabemos que, invariavelmente, iremos recusar. Daí existirem aquelas pessoas que insistem em afirmar que só se apaixonam pelas pessoas erradas. Mentira. Pensar dessa forma é que é errado, porque o certo é perceber que se nós escolhemos aquela pessoa foi porque já sabíamos que não íamos a lado nenhum e que – aqui entre nós – é até um alívio não dar em nada porque ia ser uma chatice e estava-se mesmo a ver que ia dar nisto. E deu. Do mesmo modo que no final de 10 anos de relacionamento, ou cinco, ou três, há o hábito generalizado de dizermos que aquela pessoa com quem nós nos casámos já não é a mesma pessoa, quando por mais que nos custe, é igualzinha. O que mudou – e o professor Júlio Machado Vaz que se cuide – foram as expectativas que nós criamos em relação a ela. Impressionados?

Pois bem, se me permitem, vou arregaçar as mangas. O que é díficil – dizem – é saber quando gostam de nós. E, quando afirmam isto, bebo logo dois dry martinis para a tosse. Saber quando gostam de nós? Mas com mil raios, isso é o mais fácil porque quando se gosta de alguém não há desculpas nem ” ai que amanhã não dá porque tenho muito trabalho”, nem ” ai que hoje era bom mas tenho outra coisa combinada” nem ” ai que não vi a tua chamada não atendida”.

Quando se gosta de alguém – mas a sério, que é disto que falamos – não há nada mais importante do que essa outra pessoa. E sendo assim, não há sms que não se receba porque possivelmente não vimos, porque se calhar estava a passar num sítio sem rede, porque a minha amiga não me deu o recado, porque não percebi que querias estar comigo, porque recebi as flores mas pensava não serem para mim, porque não estava em casa quando tocaste.

Quando se gosta de alguém temos sempre rede, nunca falha a bateria, nunca nada nos impede de nos vermos e nem de nos encontrarmos no meio de uma multidão de gente. Quando se gosta de alguém não respondemos a uma mensagem só no final do dia, não temos acidentes de carro, nem nunca os nossos pais se sentiram mal a ponto de nos impossibilitarem o nosso encontro. Quando se gosta de alguém, ouvimos sempre o telefone, a campaínha da porta, lemos sempre a mensagem que nos deixaram no vidro embaciado do carro desse Inverno rigoroso. Quando se gosta de alguém – e estou a escrever para os que gostam – vamos para o local do acidente com a carta amigável, vamos ter com ela ao corredor do hospital ver como estão os pais, chamamos os bombeiros para abrirem a porta, mas nada, nada nos impede de estar juntos, porque nada nem ninguém é mais importante, do que nós.»

“Esta coisa de gostar de alguém”, Fernando Alvim (Blogue Espero Bem Que Não)

Contribuído por Márcia Pinto, através de email


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